Arquivo anual 2018

porSistema Caicó

Carnaval 2018 em Caicó

O Carnaval de Caicó é considerado o maior do Rio Grande do Norte e um dos maiores do Nordeste, e já está confirmada para o ano de 2018.

No Carnaval de Caicó, além dos blocos de rua, os shows de forró e sertanejo também farão parte da festa e irão agitar foliões turistas e rio-grandenses de 07 a 14 de fevereiro de 2018.

A programação completa para 2018 já foi anunciada pela divulgação do evento. Grandes nomes da música brasileira fazem parte da grade de shows.

Na última edição, o evento foi realizado nas Zonas Leste, Norte, Oeste, Sul e Central e contou com as agremiações Ala Ursa do Poço de Santana e o Bloco Treme Treme são atrações bastante aguardadas.

A região fica bastante movimentada durante o período e contribui com o aumento da renda dos comerciantes locais, pequenos negócios, hotéis e restaurantes.

A cidade fica a 256 km de Natal e oferece uma folia multicultural, com shows e blocos de rua que misturam forró, frevo, axé e sertanejo.

porSistema Caicó

Zuckerberg diz que sua missão para 2018 é consertar o Facebook

Todo início de ano, Mark Zuckerberg, o fundador e CEO do Facebook, estabelece um “desafio pessoal” para os 12 meses seguintes. Em 2016, sua missão foi criar uma inteligência artificial, e, em 2017, foi conhecer cada estado dos Estados Unidos.

Em 2018, a missão pessoal de Zuckerberg é consertar tudo o que há de errado com o Facebook – ou, como ironicamente apontou o Gizmodo, fazer o próprio trabalho. O CEO explicou seus planos em um post feito na quinta-feira, 4, na sua rede social.

“O mundo se sente ansioso e dividido, e o Facebook tem muito trabalho a fazer”, disse Zuckerberg. O trabalho em questão, segundo ele, envolve “proteger a nossa comunidade contra abuso e ódio, defender contra a interferência de estados e nações” e “garantir que o tempo gasto no Facebook é um tempo bem gasto”.

Em 2017, o Facebook foi acusado de contribuir com diversos problemas sociais globais. A rede social foi palco para a disseminação em larga escala de notícias falsas, foi usada como arma de propaganda russa durante as eleições norte-americanas e também deu ampla voz e poder de organização a defensores de discursos de ódio e extremistas.

O principal problema é que tudo isso aconteceu, em parte, por conta da incapacidade do Facebook de moderar tudo o que seus 2 bilhões de usuários mensais fazem na rede social. Um exemplo de como consertar o Facebook, segundo Zuckerberg, está em tecnologias de descentralização, como o blockchain, que opera quase todas as criptomoedas em uso no mundo, incluindo a bitcoin.

O blockchain é um método que depende de uma rede de computadores conectados autenticando transações ou outras tarefas, de modo que o poder de decisão não fica centralizado em só uma máquina ou servidor.

Zuckerberg não dá detalhes sobre como o blockchain poderia ajudar o Facebook, mas diz que está “interessado em ir mais fundo e estudar os aspectos positivos e negativos dessas tecnologias, e como usá-las da melhor forma em nossos serviços”.

“Nós não vamos impedir todos os erros e abusos, mas, atualmente, nós cometemos erros demais”, admite o bilionário. “Se nós tivermos sucesso neste ano, então terminaremos 2018 numa trajetória muito melhor”.

Olhar Digital

 

porSistema Caicó

Governo rejeita possibilidade de anular neutralidade de rede no Brasil

O Governo Federal vai resistir à pressão das empresas brasileiras de telefonia e não vai alterar o decreto que garante a neutralidade de rede dentro do país. É o que diz o ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, que garantiu que o princípio de isonomia de internet não está ameaçado no Brasil – ao menos não por enquanto.

“Nós temos que ainda expandir muito o uso da banda larga,” afirmou o ministro, de acordo com a Folha. “Há regiões do Brasil que, adensadas, não têm internet. Não está na hora de discutir a neutralidade ou não”.

Kassab diz que o assunto pode voltar à pauta nas “próximas gerações”, mas no momento o país “não está preparado para essa discussão.”

Em dezembro, a Federal Communications Comission, agência de telecomunicações dos EUA, derrubou um decreto do ex-presidente Barack Obama que impedia que operadoras diferenciassem o tráfego dos consumidores.

No Brasil, um decreto de 2016 da ex-presidente Dilma Rousseff proibiu a prática dentro do país. Com a queda da neutralidade nos EUA, as operadoras brasileiras começaram a preparar uma ofensiva ao governo com objetivo de reverter a situação brasileira, mas aparentemente a mudança não faz parte dos planos do atual governo.

Olha Digital